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Use os objetivos para pôr dinheiro de lado com propósito (fundo de emergência, viagem, entrada da casa) e deixar o guito acompanhar o progresso sozinho. Esta página mostra como criar um objetivo e como automatizar a alocação das suas poupanças. Encontra os objetivos na barra lateral, em Planeamento, Objetivos (/goals). O guito não move dinheiro entre contas: coloca rótulos sobre os saldos que já tem, mostrando quanto está alocado a cada objetivo e quanto falta.
Os objetivos lidam com poupanças e metas. Os tetos mensais de gasto vivem numa página separada, em Planeamento, Orçamentos (/budgets). Esta página cobre apenas o lado dos objetivos.

Dois tipos de objetivo

A página /goals agrupa os seus objetivos em duas secções:

Contínuo (fundo)

Um objetivo perpétuo, sem data de conclusão, com um valor alvo em euros. Por exemplo: manter 1.600 € alocados entre contas e certificados. Dá-lhe um nome, define o valor, e o objetivo acompanha-o continuamente. Nunca conclui.

Pontual (poupança)

Uma meta com um valor alvo e, opcionalmente, uma data prevista. Por exemplo: viagem ao Japão, entrada da casa, carro novo. Conclui quando é atingida.
Um fundo de emergência não é um conceito à parte: é simplesmente um objetivo contínuo a que chamou “Fundo de emergência”.

Criar um objetivo

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Abra a página de objetivos

Na barra lateral, vá a Planeamento, Objetivos (/goals).
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Clique em + Novo objetivo

Escolha entre objetivo contínuo (fundo) ou pontual (poupança).
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Dê um nome e um valor alvo

Indique o nome, escolha um ícone e defina o valor alvo em euros. Num objetivo pontual pode também adicionar uma data prevista.
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Escolha como financiar o objetivo

Defina a alocação (ver abaixo) e, no caso da alocação manual, quais as contas que alimentam o objetivo.

Alocação: automática ou manual

Os objetivos de acumulação (contínuos e pontuais) medem o progresso a partir dos seus saldos em dinheiro e equivalentes: contas bancárias e Certificados de Aforro. A forma como leem esse progresso depende da alocação.
O objetivo conta todo o dinheiro líquido disponível que tem, sem precisar de escolher contas. Responde à pergunta “o dinheiro que já tenho chega?”. É a opção típica para um fundo de emergência.Só pode existir um objetivo contínuo automático por utilizador, para o mesmo dinheiro não ser contado duas vezes. Neste modo, o editor de contas fica oculto.
Um objetivo pontual comporta-se sempre como manual: até alocar alguma conta, mostra 0. É um objetivo para o futuro, por isso nada conta até alocar explicitamente.

Alocação: planeado vs alocado

Na secção Financiamento de cada objetivo, escolhe quais as contas que o financiam (botão Gerir contas). Em cada conta tem duas formas de alocar:
  • Acompanhar saldo: o objetivo conta o saldo atual dessa conta, até ao valor alvo, e atualiza-se sozinho com os movimentos, sem precisar de indicar um valor. Ao atingir o alvo deixa de contar, e o que sobra fica disponível para outros objetivos. A mesma conta pode financiar vários objetivos ao mesmo tempo.
  • Valor fixo: em vez do saldo inteiro, declara um montante por conta, útil para dividir o saldo de uma conta por vários objetivos.
No valor fixo há dois números a distinguir:
  • Planeado: o limite que declara. Pode ser superior ao saldo atual da conta. Só você edita este campo.
  • Alocado: o que está efetivamente alocado hoje. Nunca ultrapassa o saldo disponível da conta. É calculado pelo guito.
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Abra o objetivo

Clique no objetivo na lista para abrir o detalhe (/goals/[id]).
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Gerir contas

Na secção Financiamento, clique em Gerir contas e escolha as contas e produtos (agrupados em Contas e Produtos). Uma conta nova entra logo em “Acompanhar saldo”; um certificado entra como linha vazia à espera de um valor.
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Ajuste cada linha

Em cada linha, defina o Planeado (por exemplo, 5.000 € numa conta, mesmo que só tenha 2.000 € hoje) ou ligue Acompanhar saldo.
Não há botão “Guardar”: tudo é gravado automaticamente. O valor ao sair do campo, os interruptores e o “Gerir contas” gravam de imediato. Uma linha curta “A guardar…” assinala a gravação em curso.

Poupança automática

Para automatizar a alocação, declare um Planeado superior ao Alocado: o guito enche a diferença sozinho à medida que o saldo aparece, voltando a tentar todas as manhãs. O crachá A crescer automaticamente aparece enquanto alguma alocação tiver planeado superior ao alocado. Regras que vale a pena conhecer:
  • O alocado só sobe, nunca desce automaticamente. Se o saldo baixar depois, a alocação mantém-se e a parte planeada acima do saldo volta a encher-se quando o saldo recupera.
  • Para reduzir o planeado abaixo do alocado atual, basta escrever o valor mais baixo. O guito mostra um diálogo de confirmação antes de gravar.
Planear mais do que o alvo é inofensivo: a alocação nunca ultrapassa o valor alvo do objetivo. O excedente serve apenas para repor o valor depois de uma quebra.

Prioridade entre objetivos

Quando há vários objetivos a competir pela mesma conta, o que estiver em cima na lista enche primeiro. Os objetivos contínuos têm sempre prioridade sobre os pontuais. Para mudar a ordem, use o botão Prioridade em /goals e arraste os objetivos. Ao guardar a nova ordem, o guito reordena as alocações automaticamente: se isso mover alocações já existentes, mostra-lhe primeiro um resumo das mudanças e pede-lhe para escolher entre manter as alocações atuais (só a poupança futura segue a nova ordem) ou realocar de imediato.

Saldo mínimo por conta

Cada conta bancária tem um campo opcional Saldo mínimo a manter, em Contas, ao editar a conta. É o valor que nunca quer ver alocado automaticamente.
  • A poupança automática nunca baixa desse mínimo. A folga que a automação vê é: saldo, menos alocações ativas, menos saldo mínimo.
  • As alocações manuais podem ultrapassar o mínimo, mas o guito mostra um diálogo a confirmar antes de avançar.
Casos de uso típicos: proteger um vault Revolut em que não quer tocar (defina o saldo mínimo igual ao valor do vault) ou garantir uma folga para despesas imprevistas. O saldo mínimo só existe em contas, não em produtos.

Ciclo de vida de um objetivo pontual

Um objetivo de poupança passa por quatro estados:
O objetivo tem alocações definidas e o alocado cresce até ao planeado à medida que o saldo permite.
O total alocado chega ao valor alvo. As contas continuam a financiar o objetivo até o concluir.
Clicou em Concluir objetivo. As alocações ficam libertadas para que outros objetivos possam usar o saldo, e o cartão passa a mostrar “Objetivo concluído” com as ações Reiniciar, Arquivar e Apagar.
Se clicar em Reiniciar objetivo, o objetivo volta ao início com o mesmo planeado, e o alocado volta a crescer a partir do saldo.
Conclua o objetivo quando terminar. Enquanto as alocações estiverem ativas, ocupam folga na conta e impedem outros objetivos de crescer; concluir liberta essa folga para os restantes objetivos. A ação não mexe no seu dinheiro, apenas remove os rótulos.
O ciclo de concluir e reiniciar é só para objetivos pontuais. Os objetivos contínuos (fundos) são perpétuos e nunca concluem: mesmo ao atingir o valor alvo, é um marco positivo, não um fim, e não há ação de concluir.

Perguntas frequentes

Verifique, por esta ordem: saldo insuficiente na conta (não há folga para crescer), saldo mínimo definido demasiado alto, outro objetivo com prioridade superior a competir pela mesma conta, ou o objetivo já atingido ou concluído.
Quase sempre por causa do saldo mínimo a manter mais as alocações ativas. O disponível para alocar é o saldo menos esses dois valores.
Não. As alocações são apenas rótulos sobre saldos que já existem. Nenhum dinheiro é movido e o guito nunca toca no seu banco.

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Orçamentos

Tetos mensais de gasto por categoria.

Contas

As contas e certificados que alimentam os objetivos.