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Esta página mostra como registar no guito os investimentos cujo valor é indicado por si: dinheiro colocado em plataformas de P2P, participações em empresas, dinheiro que emprestou a alguém, e também ações, ETFs, fundos, obrigações ou cripto que o guito ainda não cota. Encontra-os em Investimentos (/investments), na secção Avaliados por si, ao lado dos restantes investimentos e dos Certificados de Aforro.
No plano gratuito pode ter três destes investimentos ao mesmo tempo. Se encerrar um, liberta o lugar para outro. Com o plano Plus, o limite sobe para 25. Quando ficar a um lugar do limite, a opção Adicionar manualmente passa a dizer quantos já usou, para não descobrir o limite já com o formulário preenchido.

O que se regista aqui

São nove tipos, apresentados em dois grupos, e a escolha define as palavras que vai ver daí em diante. Mercado de valores, para ativos que existem num mercado mas que o guito ainda não cota:
  • Ação: uma ação que não encontrou na pesquisa.
  • ETF: um ETF que não encontrou na pesquisa.
  • Fundo: um fundo ou um PPR sem cotação pública.
  • Obrigação: uma obrigação do Tesouro ou de uma empresa.
  • Cripto: uma moeda ou um token que não aparece na pesquisa.
Fora de mercado, para o que não tem cotação nenhuma:
  • P2P / Crowdlending: o saldo que tem numa plataforma de empréstimo entre pares.
  • Capital de risco: uma participação numa startup ou num fundo de capital de risco.
  • Participação num negócio: uma quota numa empresa.
  • Empréstimo a terceiros: dinheiro que emprestou e espera receber de volta.
Um bem físico (casa, carro, ouro, arte) não é um investimento: registe-o em Bens e valores. E um empréstimo a terceiros é o contrário de um crédito: aqui regista o dinheiro que lhe devem, enquanto o dinheiro que você deve fica em Créditos.
Na repartição da carteira, os tipos de mercado contam como ação, ETF, fundo ou cripto, e os quatro tipos fora de mercado como Alternativos. A obrigação é a exceção: não há uma classe própria para obrigações, por isso fica em Outros.

E as ações?

Depende de que ações se trata. Se for uma ação, ETF ou fundo cotado que o guito ainda não tenha, a melhor opção continua a ser Sugerir a adição deste produto, na pesquisa: assim que entrar no catálogo, passa a ter cotação diária e a comportar-se como qualquer outra posição. Enquanto isso não acontece, pode registá-lo já como Ação, ETF ou Fundo, para não ficar de fora do seu património. O valor passa a ser o que você indicar, e é você que o mantém atualizado. Se for uma empresa não cotada (uma quota, participação numa empresa familiar, ações de uma startup), registe-a como Participação num negócio ou Capital de risco.

Unidades

O valor que regista é sempre um montante, não uma cotação por unidade. Se souber quantas ações, quotas ou unidades detém, indique-o em Número de ações, quotas, moedas ou unidades e o guito mostra-lhe quanto vale cada uma. É só uma anotação: não altera o valor do investimento nem o retorno, e pode corrigi-la a qualquer momento em Editar investimento. Se reforçar o investimento depois de ter indicado o número de unidades, o guito deixa de saber quantas passou a ter, e o valor por unidade aparece com um ”≈” à frente. Indique o novo número em Editar investimento e o ”≈” desaparece.

Data de vencimento

Três tipos têm um campo para a data em que o dinheiro deve voltar: Obrigação, Empréstimo a terceiros e P2P / Crowdlending. Nos restantes o campo não aparece, porque não têm data de fim. A data de vencimento nunca pode ser anterior à data do investimento. Se o vencimento já passou, pode registá-lo à mesma: o juro acumulado estimado deixa de contar nessa data.

Marca

Nos cinco tipos de mercado (ação, ETF, fundo, obrigação e cripto) pode escolher a marca do que comprou: escreva o nome, escolha na lista, e o investimento passa a aparecer com o logótipo em vez das iniciais do nome. É opcional, e nos outros quatro tipos o campo não aparece.

Adicionar um investimento

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Abra Investimentos

Clique em Investimentos na barra lateral.
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Clique em Adicionar

É o mesmo botão com que regista uma compra. A janela abre na pesquisa e, por baixo dela, separada por um ou, está sempre a opção Adicionar manualmente.
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Escolha o tipo

O seletor mostra os nove tipos nos dois grupos, Mercado de valores e Fora de mercado. Se tinha escrito alguma coisa na pesquisa, o guito guarda esse texto como nome e escolhe Ação automaticamente. Pode mudar as duas coisas.
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Preencha os dados

  • Nome: como o reconhece, por exemplo “Mintos” ou “Empréstimo ao João”.
  • Valor investido: quanto pôs lá. Consoante o tipo, o campo chama-se Valor depositado, Valor emprestado ou Valor total investido. A moeda escolhe-se no seletor de moeda do formulário.
  • Data do investimento: quando o dinheiro saiu.
  • Valor atual (opcional): se hoje já vale mais ou menos do que investiu. Consoante o tipo, o campo chama-se Valor de mercado, Saldo atual, Valor em dívida, Avaliação ou Valor da participação. Se o deixar vazio, o guito assume o valor investido até você atualizar.
  • Número de ações, quotas, moedas ou unidades (opcional): é uma anotação. Não aparece no P2P / Crowdlending nem no empréstimo a terceiros.
  • Taxa de juro anual (opcional): aparece no empréstimo a terceiros e, com o nome Taxa anual indicada, no P2P / Crowdlending. Num empréstimo muda a forma como o valor é calculado; num P2P serve só para estimar o juro acumulado.
A janela "Adicionar investimento", com a caixa "Pesquisar ativo…" vazia e, por baixo de um "ou", o cartão tracejado "Adicionar manualmente" para ações e fundos que não encontre, P2P, crowdlending, participações e empréstimos; em rodapé, Cancelar e Adicionar.A janela "Adicionar investimento", com a caixa "Pesquisar ativo…" vazia e, por baixo de um "ou", o cartão tracejado "Adicionar manualmente" para ações e fundos que não encontre, P2P, crowdlending, participações e empréstimos; em rodapé, Cancelar e Adicionar.Num P2P / Crowdlending aparecem ainda dois campos próprios, Plataforma e Originador, explicados em Empréstimos P2P.
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Confirme

Clique em Criar investimento. Se tem mais do que um para registar, Criar e adicionar outro guarda este e volta à pesquisa para o seguinte.

Em que moeda se regista

Qualquer um dos nove tipos pode ser registado noutra moeda. Se comprou uma ação em dólares, ou tem um saldo numa plataforma de P2P em dólares, troque o euro pelo dólar no seletor de moeda do formulário: é nessa moeda que indica o valor investido e, mais tarde, o valor atual. São dez as moedas à escolha: euro (EUR), dólar americano (USD), libra esterlina (GBP), franco suíço (CHF), zlóti polaco (PLN), coroa sueca (SEK), forint húngaro (HUF), coroa norueguesa (NOK), coroa dinamarquesa (DKK) e dólar canadiano (CAD). Há um caso em que a moeda não se escolhe: um empréstimo a terceiros com taxa de juro fica sempre em euros, porque o valor é calculado a partir do montante emprestado.
Seja qual for a moeda de registo, os totais da carteira e o seu património continuam a ser apresentados em euros: o guito converte o valor pela taxa de câmbio.

Corrigir os dados do investimento

Em Editar investimento, no menu de ações da posição, pode corrigir tudo o que descreve o investimento:
  • Nome: como o investimento aparece em todo o lado.
  • Tipo: muda a forma como o guito classifica o investimento e como chama o valor dele. Os campos que o novo tipo não usa desaparecem.
  • Valor investido inicialmente: corrige o primeiro registo, aquele que criou a posição.
  • Data do investimento: o dia em que o dinheiro saiu.
  • Campos próprios de cada tipo: unidades, taxa, data de vencimento, marca, plataforma, originador e estado.
A correção do valor investido serve para um erro de escrita, por exemplo 50.000 € onde queria 5.000 €. Só mexe no primeiro registo: reforços posteriores continuam no histórico como movimentos próprios, e são editados aí. Se já retirou mais dinheiro do que o novo valor, o guito recusa a correção. A correção da data mexe no mesmo primeiro registo. Se já tiver reforços ou levantamentos posteriores, a nova data tem de ser anterior a todos eles.

Passar um bem para investimentos

Se já tinha registado um investimento em Bens e valores, por exemplo uma conta numa plataforma de crowdlending ou dinheiro emprestado a alguém, não precisa de o apagar e escrever tudo outra vez: no menu de ações do bem aparece Passar para investimentos, que leva o valor investido, a data de aquisição e a última avaliação que registou (as avaliações anteriores ficam no bem, que é arquivado). O passo a passo está em Bens e valores.

Perguntas frequentes

Não. Bens e valores é para o que possui fisicamente, como um imóvel, um carro ou ouro. Estes investimentos são dinheiro colocado a render, e por isso contam para o total de Investimentos e têm retorno.
Porque é uma ação. O tipo que escolheu diz o que o ativo é, e é isso que decide o filtro por classe de ativo e a repartição da carteira, quer o guito cote a posição, quer o valor seja o que você indica. O que os separa é a origem do valor, e para isso existe a secção Avaliados por si.
Sim, em qualquer um dos nove tipos. A única exceção é o empréstimo a terceiros com taxa de juro, que fica sempre em euros. Em qualquer dos casos, os totais e o património são apresentados em euros.
Dá, enquanto o investimento tiver apenas o primeiro registo: abra Editar investimento e troque a moeda no seletor de moeda. Depois de ter um segundo movimento ou um valor atualizado, o guito deixa de permitir a troca; nesse caso, apague o investimento e registe-o de novo.

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Atualizar e encerrar

Manter o valor atual, registar reembolsos e encerrar a posição.

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Plataforma, originador e o total por plataforma.

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Ações, ETFs e fundos, e como as posições se organizam na carteira.

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Imóveis, veículos e outros bens, com avaliações manuais.